domingo, 31 de agosto de 2014

#resenha Uma releitura de Jogos Vorazes

As semelhanças entre Divergente e Jogos Vorazes não são poucas, a começar pela personagem principal que são jovens, guerreiras e corajosas. As protagonistas moram em um vilarejo as margens da sociedade e enfrentam muitos problemas familiares, mas elas fariam de tudo para salvar a própria família e a facção/distrito em que foram criadas. Em Jogos Vorazes, Katniss Everdeen e em Divergente, Beatrice Prioror. Histórias que fazem muito sucesso entre os adolescentes nos livros e nos cinemas.

Nós duas histórias as personagens, aos 16 anos, precisam passar por uma grande decisão que coloca a vida delas de cabeça para baixo. É difícil não comparar os dois livros, mas a história de Divergente não é ruim, muito pelo contrário, o drama prende a atenção do leitor e o deixa curioso para descobrir o que o espera nas páginas seguintes.

Verônica Roth escreve de uma maneira leve, descontraída e a história de Divergente é cheia de detalhes sobre os treinamentos de Tris dentro da Audácia (nova facção da garota) e as novas experiências vividas pela jovem, o que deixa o drama mais atraente e ajuda o leitor a imaginar o passo a passo da protagonista.

Eu só acho que o livro demora muito para explicar aos leitores o é que ser ‘divergente’ e os riscos que isso oferece, mas nas páginas finais o ritmo de leitura é acelerado com a ajuda de determinados acontecimentos e a história termina com um convite (ainda, que não explícito) ao leitor para que ele se aventure nas páginas de “Insurgente”, segundo livro da trilogia.

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