sábado, 27 de setembro de 2014

#resenha Contagem dos Inocentes

Foto: Divulgação
Conheci o livro Contagem dos Inocentes por meio de uma página do Facebook destinada à literatura policial nacional. Gostei da capa, da sinopse e por fim entrei em contato com o autor Fernando Bins, acertei a compra e pouco tempo depois o livro estava na minha casa. E o melhor de tudo: autografado!

Pra quem não conhece o livro, o roteiro relata uma série de assassinatos que acontecem em Caxias do Sul em 2012 e um grupo formando por Érik Robbins, Flávio Cunha e Brenda Menegaro se unem para desvendar o mistério antes que mais mortes possam acontecer. 

Contagem dos Inocentes é dividido em capítulos e em sub-capítulos o que deixa a leitura mais dinâmica e de fácil compreensão. No começo, o livro segue com duas histórias paralelas (tipo núcleo de novela) e que no final acabam por se encontrar. O interessante é a maneira que Fernando Bins usou para construir a personalidade dos personagens, usando de conhecidos teóricos da área de formação do autor, que é a psicologia.

Foto: Instagram
O drama em Caxias do Sul traz elementos que aguçam a imaginação do leitor e o motiva a querer saber mais do drama. Como todo bom romance policial apresenta fatos que podem parecem desnecessários e a cada página virada, você quer saber se há ou não outros assassinatos. O ponto alto do livro, pra mim, é a conclusão do caso, em que mais uma vez Fernando usa da psicologia para explicar os motivos do criminoso.

Gostei do livro! E é uma excelente indicação para quem está dando os primeiros passos no mundo dos livros e quer logo de cara se apaixonar pelos romances policiais. Fernando Bins tem um página na rede social Facebook, em que você também pode fazer a sua encomenda, pedir o livro autografado, conversar com o autor e descobrir os novos projetos.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

#notícia Da literatura para o The Voice Brasil

Começou na última semana a terceira edição do The Voice Brasil com grandes surpresas logo na estreia. E, geralmente quem gosta de bons livros, também é apaixonado por boa qualidade musical, o que pode ser visto no palco do programa nas vozes de cantores desconhecidos, mas que interpretam músicas que já embalaram as playlist das rádios por todo o planeta.

E uma dessas surpresas foi a jovem Bruna Tatto, que cantou uma das canções do eterno rei do pop, Michael Jackson. A garota tem uma bela voz, simpatia de sobra e uma história de vida pra lá de especial. Aos dois anos, a pequena Bruna viu a morte de perto, quando ficou internada na UTI com graves problemas nos rins. Como relembrou a cantora ao G1:

“Fiquei um mês na UTI. Os médicos pediram para a família se despedir porque iriam desligar os aparelhos nos quais eu estava ligada, pois eles já não tinham função nenhuma. Mas minha família nunca desistiu de mim”.

A família sempre esteve por perto, mas foi o avô da jovem, o Antoninho Tatto responsável por transformar a história da neta no livro ‘Um Milagre Aconteceu’. Mesmo com o problema, Bruna não precisou passar um transplante de rins, já que eles voltaram a funcionar normalmente sem explicação médica.

Ficou curioso e já está na torcida para que a Bruna leve a melhor no The Voice Brasil? A história pode ser lida no livro 'Um Milagre Aconteceu' (clique aqui para saber mais). O avô também foi o responsável por incentivar a menina a dar os primeiros passos na música. Salve grande Antoninho Tatto!


quinta-feira, 11 de setembro de 2014

#resenha Seis Anos Depois, Harlan Coben

Seis Anos Depois foi o primeiro livro que eu li de Harlan Coben. Já tinha ouvido falar do escritor e do sucesso que ele faz no mundo literário, mas até então nunca tinha parado para pensar em ler ou não um dos livros do autor. Resultado: perdi tempo, mas tive o prazer de conhecer a literatura de Coben.
 
Encontrei Seis Anos Depois em uma livraria na cidade onde moro com um destaque digno de rainha de escola de samba. Após uma breve e convincente propaganda da vendedora sobre a publicação, eu coloquei o livro na sacola e, é claro, sai todo feliz da loja com mais um livro nas mãos. Na capa da publicação há uma etiqueta redonda e amarela em que diz: “não espere SEIS ANOS para ler o melhor livro de Harlan Coben”. Se é a melhor (ou não) história de Coben, eu ainda não posso lhe dizer, mas pelas críticas que li no Skoob o livro divide opiniões.
 
Eu ainda não conheço as publicações do autor, mas gostei do enredo de Seis Anos Depois. Por vezes eu empolgava na leitura e esquecia que estava com um livro nas mãos e achava (de verdade) que acompanhava, com os olhos em um ritmo frenético, um roteiro de uma super produção de suspense do cinema internacional. O texto é leve, rápido e direto, sem deixar os detalhes e o suspense de lado. Álias quanto suspense!

O drama é interessante e envolvente, nas primeiras páginas eu nutria muitas dúvidas sobre a conduta de Jake Fischer, o personagem principal que busca reencontrar um amor de verão: Natalie Avery. Com o olhar crítico eu tentava imaginar se Jake era mentiroso, psicopata ou, pior ainda, se o louco na história de Harlan Coben é unicamente o leitor, nesse caso ‘eu’.

O livro me convenceu e sendo ou não o melhor de Harlan Coben eu não indicaria ‘que você esperasse SEIS ANOS’ para entrar nessa história. Leitura recomendada!