O oitavo mês do ano está aí
e muitos dizem que agosto é o mês do desgosto. Se de fato essa ‘lenda’ é
verdade eu não sei, já que não acredito muito nessas crendices. Mas uma coisa é
fato, com o início do ‘mês do cachorro louco’ a corrida eleitoral começa a
esquentar. E nessa briga tem cachorro de todo e qualquer tamanho, dispostos a
quase tudo para ganhar o seu voto, que pode gerar nos próximos quatro anos
muito, mas muito mesmo, desgosto.
Embalado pelo clima eleitoral (que vai acabar em pizza) chega às livrarias na próxima semana o
sexto livro do jornalista Guilherme Fiuza. Bem humorado, descontraído e um bom
cronista, o jornalista reuniu no livro “Não é a mamãe” 100 crônicas publicadas na
Revista Época.
“Não é a mamãe: Para
entender a era Dilma” relata o período que começa com a corrida eleitoral de
2010, seguido pelos anos que Dilma esteve no comando do Palácio do Planalto. Em
entrevista ao Portal Comunique-se, o cronista afirma que a “Era Dilma” é apenas
uma mera continuação do período Lula.
"Daqui 100 anos, os
historiadores que estudarem a época Dilma vão enxergar que se trata de um
período nulo em termos de governo. A Dilma é eleita, mas não apresenta
propostas. Ela assume e some".
O título do livro
publicado pela editora Record, foi inspirado no famoso e cansativo bordão do
personagem Baby da Família Dinossauro e a capa da obra foi ilustrada pelo chargista
e jornalista Ique.
“Não é a mamãe” é uma aposta ousada do jornalista em um período em que os ânimos dos políticos e ‘politiqueiros’ costumam estar a flor da pele. Certamente Fiúza, experiente como é, espera receber uma tempestade de críticas, mas, sabe também que muitos vão deitar e rolar nas páginas do livro.
“Não é a mamãe” é uma aposta ousada do jornalista em um período em que os ânimos dos políticos e ‘politiqueiros’ costumam estar a flor da pele. Certamente Fiúza, experiente como é, espera receber uma tempestade de críticas, mas, sabe também que muitos vão deitar e rolar nas páginas do livro.
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