quinta-feira, 7 de maio de 2015

#resenha Fetiche

Ganhar livros é sempre bom... Se for uma boa história é ainda melhor. Fetiche foi um presente de Ano Novo de uma grande amiga que sabe da minha paixão pelos livros


Fetiche foi escrito por Tara Moss e até então, nunca tinha ouvido falar sobre a autora. Na descrição sobre ela na orelha do livro uma frase me despertou a atenção: “a crítica internacional considera a jovem autora como a nova Agatha Christie”. Quando eu li isto, pensei comigo mesmo, “quanta pretensão”. Comparações à parte, comecei a ler o livro e entrei de cabeça na história. Tara Moss é uma boa escritora e nos brinda com uma história cheia de suspense, mas, que poderia ter sido melhor.

O livro foi escrito em 2008, é o primeiro romance da autora australiana Tara Moss e chegou ao Brasil pela Editora Fundamento. No drama os famosos clichês dos romances policiais podem ser percebidos pelos leitores ávidos por este tipo de literatura. Fetiche poderia ter alguns elementos que ajudariam, a meu ver, na construção da narrativa, como por exemplo, o assassino não deveria estar tão ‘oculto’ na história (para não soltar muito spoiler). E quando o mesmo fica cara a cara com a personagem principal, poderia ter tido mais diálogo, já que Makedde Vanderwall mostrou ser uma jovem perspicaz e corajosa. E além do mais, algumas perguntas ficaram sem respostas.


Mas Fetiche é um bom livro. As 308 páginas escritas por Tara Moss são ricas em detalhes e elementos que prendem a atenção do leitor e mostra o potencial da autora para o gênero. Fetiche é um livro que você quer carregar para todo e qualquer lado e descobrir o final da história.

Fetiche tem continuação, o que é mais um ponto a favor do livro. Recomendo a leitura e quero ler outros dramas da autora.

Nota
Skoob – 3,8 (289 avaliações)
Livro & Prosa - 4,0

segunda-feira, 4 de maio de 2015

#resenha Como Viver Eternamente

O romance Como Viver Eternamente é super agradável de ler! A leitura te envolve completamente e quando você se dá por si, a história já está na reta final

Como Viver Eternamente foi lançado em 2008 no Brasil pela Geração Editorial e é o romance de estreia da simpática e aclamada escritora Sally Nicholls. O enredo narra a história de Sam, um garoto de apenas 11 anos, que gosta de colecionar histórias e fato fantásticos e é portador de leucemia.







O livro é narrado em primeira pessoa pelo personagem principal Sam e foge da melancolia, o que torna a história interessante. Sam sabe que tem poucos meses de vida e a meta é aproveitar cada minuto. A cada página do livro, o leitor entra no mundo de Sam e acaba se divertindo com o dia a dia do garoto.

O livro tem 232 páginas, é divido em curtos capítulos, as letras são bem espaçadas, tem ilustrações, listas feitas por Sam e conta com uma diagramação diferente e descontraída. Tudo isto aliado a linguagem de um garoto de 11 anos (a autora cumpriu muito bem este papel) ajuda na agilidade e na compreensão do enredo, assim, Como Viver Eternamente pode ser lido em pouquíssimas horas.

Ahhh... O livro é ideal para os pré-adolescentes e adolescentes que gostam de ler ou que ainda não tem o hábito da leitura. Super recomendado!

#resenha A Viagem de Théo

Ganhei A Viagem de Théo de presente de aniversário de um amigo no ano passado (até então, eu nunca tinha ouvido falar sobre o livro) e não podia deixar de ler a história. A sinopse me chamou a atenção e coloquei a publicação nas minhas leituras de 2015. 

O livro tem 668 páginas com muita informação sobre algumas das mais importantes religiões do mundo. Para passar por cada uma das religiões citadas no livro, a autora Catherine Clément, narra a história do jovem Théo que sofre com uma doença terminal. Marthe, tia do garoto, entra na história e leva Théo a uma volta ao mundo pelas religiões com o objetivo de buscar a cura para a doença do menino.

Em cada país que eles desembarcam, Théo encontra velhos amigos de Tia Marthe que os ajudam a entender um pouco de cada religião e os levam para conhecer os pontos de peregrinação e de fé de cada crença. Em cada novo país, Théo também visita hospitais para averiguar o estado de saúde.

O livro é cheio de detalhes, muitos detalhes mesmo, e informações verdadeiras (caso o leitor seja curioso, vale grifar no livro os pontos turísticos religiosos citados e as curiosidades sobre cada crença e fazer uma busca mais detalhada na internet). A Viagem de Théo não é um livro de fácil compreensão, principalmente, se você quiser entender os mistérios e as crenças de cada cultura que são bem diferentes das nossas.

Recomendo a leitura, pesquise mais sobre os fatos que achar interessante e uma boa viagem pra você!