As semelhanças entre
Divergente e Jogos Vorazes não são poucas, a começar pela personagem principal
que são jovens, guerreiras e corajosas. As protagonistas moram em um vilarejo as
margens da sociedade e enfrentam muitos problemas familiares, mas elas fariam
de tudo para salvar a própria família e a facção/distrito em que foram criadas.
Em Jogos Vorazes ,
Katniss Everdeen e em Divergente, Beatrice Prioror. Histórias que fazem muito
sucesso entre os adolescentes nos livros e nos cinemas.
Nós duas histórias as
personagens, aos 16 anos, precisam passar por uma grande decisão que coloca a
vida delas de cabeça para baixo. É difícil não comparar os dois livros, mas a
história de Divergente não é ruim, muito pelo contrário, o drama prende a atenção
do leitor e o deixa curioso para descobrir o que o espera nas páginas
seguintes.
Verônica Roth escreve de
uma maneira leve, descontraída e a história de Divergente é cheia de detalhes
sobre os treinamentos de Tris dentro da Audácia (nova facção da garota) e as
novas experiências vividas pela jovem, o que deixa o drama mais atraente e
ajuda o leitor a imaginar o passo a passo da protagonista.
Eu só acho que o livro
demora muito para explicar aos leitores o é que ser ‘divergente’ e os riscos
que isso oferece, mas nas páginas finais o ritmo de leitura é acelerado com a
ajuda de determinados acontecimentos e a história termina com um convite
(ainda, que não explícito) ao leitor para que ele se aventure nas páginas de “Insurgente”,
segundo livro da trilogia.









