domingo, 31 de agosto de 2014

#resenha Uma releitura de Jogos Vorazes

As semelhanças entre Divergente e Jogos Vorazes não são poucas, a começar pela personagem principal que são jovens, guerreiras e corajosas. As protagonistas moram em um vilarejo as margens da sociedade e enfrentam muitos problemas familiares, mas elas fariam de tudo para salvar a própria família e a facção/distrito em que foram criadas. Em Jogos Vorazes, Katniss Everdeen e em Divergente, Beatrice Prioror. Histórias que fazem muito sucesso entre os adolescentes nos livros e nos cinemas.

Nós duas histórias as personagens, aos 16 anos, precisam passar por uma grande decisão que coloca a vida delas de cabeça para baixo. É difícil não comparar os dois livros, mas a história de Divergente não é ruim, muito pelo contrário, o drama prende a atenção do leitor e o deixa curioso para descobrir o que o espera nas páginas seguintes.

Verônica Roth escreve de uma maneira leve, descontraída e a história de Divergente é cheia de detalhes sobre os treinamentos de Tris dentro da Audácia (nova facção da garota) e as novas experiências vividas pela jovem, o que deixa o drama mais atraente e ajuda o leitor a imaginar o passo a passo da protagonista.

Eu só acho que o livro demora muito para explicar aos leitores o é que ser ‘divergente’ e os riscos que isso oferece, mas nas páginas finais o ritmo de leitura é acelerado com a ajuda de determinados acontecimentos e a história termina com um convite (ainda, que não explícito) ao leitor para que ele se aventure nas páginas de “Insurgente”, segundo livro da trilogia.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

#novidade Centenário de alegrias e... tristezas?

Não sou muito fã de futebol, mas gosto de assistir aos jogos da seleção brasileira rodeado de amigos e se for na Copa do Mundo, eu gosto duas vezes! Na verdade, o futebol é apenas um pretexto para poder beber um pouquinho e jogar muita conversa fora. Mas voltando ao assunto, eu acho bacana a proposta do esporte de unir pessoas e pregar a cultura da união e paz, mas entre futebol e livros, eu fico com as letras. 

Nesta semana o Palmeiras comemora 100 anos de história e é um dos times mais expressivos do Brasil, mesmo que este ano (mais uma vez) não esteja passando por bons momentos. E entre vitórias, empates e derrotas o que não faltaram foram comemorações ao centenário e a literatura não ficou de fora e ganhou espaço nas festividades.

 Palmeiras, 100 anos de Academia’ conta a história do clube e foi escrito pelo jornalista Mauro Beting, em parceira com outros autores. Em entrevista ao Goal o autor disse:

"Colocamos em quase 400 páginas de texto, de paixão, muitas fotos, 50 grandes mitos do Palmeiras entre craques e treinadores, grandes 25 jogos, textos de palestrinos ilustres, uma linha do tempo e muitas informações históricas [...] é uma paixão e uma honra indescritível ter sido convocado para [...] fazer o livro oficial do Palmeiras, não tem preço.”

Mauro Beting durante o lançamentoFoto: Goal
Palmeiras, 100 anos de Academia’ é leitura indispensável para os que têm o coração verde e branco!

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

#novidade Pitty ‘ficaria bem na sua estante’

Baiana, roqueira, 36 anos, e dona de uma das mais belas vozes do rock atual, a cantora Pitty vai lançar em setembro um livro foto biográfico.

Cronografia: Uma Trajetória em Fotos' tem 160 páginas e traz diversas imagens da carreira da cantora, além de textos escritos por Pitty. A publicação conta em imagens a infância da pequena Priscilla, o início da carreira musical, os primeiros sucessos nas rádios nacionais e, é claro, o projeto mais recente “Agridoce”. 

O livro ainda não foi lançado, mas você pode comprar a obra que está pré-venda no site da Saraiva (Pré-Venda: Cronografia) e garantir que ‘Cronografia: Uma Trajetória em Fotos’ faça parte da sua estante.

E você já conferiu a nova música da cantora?




segunda-feira, 18 de agosto de 2014

#notícia Frozen: Dos cinemas para as livrarias

Era uma vez um conto de princesas da Disney que fez tanto sucesso nos cinemas que vai ganhar continuação, mas não nas telonas e sim nas páginas dos livros.

Frozen – Uma Aventura Congelante” estreou nos cinemas brasileiros no ano passado e teve aprovação do público. Eu mesmo fui assistir e achei a história uma ‘graça’, com destaque para o divertidíssimo boneco de neve Olaf que sonha em conhecer o verão. O filme também agradou os especialistas e faturou o Oscar de melhor animação (nada mais que justo). Frozen tem a quinta maior bilheteria da história do cinema e faturou milhões de dólares.

A saga das irmãs Anna e Elsa vai ganhar continuação em livros que serão publicados em janeiro de 2015, pela editora Random House. A aventura no reinado de Arendell será escrita por Erica David (que já escreveu livros infantis inspirados em filmes), sendo que os dois primeiros livros já têm título ‘Anna & Elsa #1: All Hail the Queen’ e ‘Anna & Elsa #2: Memory and Magic’, ainda sem tradução para o português.


Mas a história das irmãs não deve parar por aí, já que a editora pretende lançar de 3 a 4 livros por ano. Se nos cinemas “Frozen – Uma Aventura Congelante” fez muitooo sucesso, nas livrarias não deve ser nada diferente.

Se você ainda não assistiu ao filme, corra agora mesmo a uma locadora.


quarta-feira, 13 de agosto de 2014

#notícia Com qual livro eu vou?

Quando você recebe o convite para ir visitar um amigo, ir ao cinema ou em uma festa de arromba, ‘certamente’ uma das primeiras coisas que você pensa é quem qual roupa usar. “Esta camiseta não ficou bom com aquele tênis” ou “estes brincos não combinaram com esta saia” são apenas duas das muitas combinações de desculpas que nós usamos para falar que o ‘look’ não está legal!

Foto: G1
Todo mundo quer ter uma peça exclusiva e encontrar outra pessoa com a mesma roupa pode parecer o fim do mundo para algumas pessoas, principalmente para as mulheres. Mas e se com os livros não fosse diferente? Se ao invés de centenas de capas iguais, cada título tivesse uma capa exclusiva? Curioso e quase impossível... Quase! E que você ainda não conheceu o livro de contos ‘Cadinho de Prosa’ escrito pelos autores do Sertão do Pernambuco Bruno Liberal, Elisabet Moreira, Cátia Cardoso, Valécius Passos Beserra e Thalynni Passos.

As capas do livro que teve uma tiragem de 100 exemplares foram confeccionadas à mão com papelão e tinta! São 100 modelos diferentes que você pode escolher um com a capa exclusiva para você. O modelo é inspirado em um formato argentino para reduzir os custos de produção. E falando nisso, o fato da capa do livro ser artesanal pode parecer que deixaria a obra com um valor um pouco mais caro! Mas pasmem... Cada livro custa apenas R$ 10!

Cadinho de Prosa’ tem 30 páginas e o interior do livro segue o padrão que você já conhece. Nesse caso, julguem o livro pela capa, que dá um charme todo especial para a publicação.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

#novidade Cronista Guilherme Fiuza escreve livro 'para entender a era Dilma'

O oitavo mês do ano está aí e muitos dizem que agosto é o mês do desgosto. Se de fato essa ‘lenda’ é verdade eu não sei, já que não acredito muito nessas crendices. Mas uma coisa é fato, com o início do ‘mês do cachorro louco’ a corrida eleitoral começa a esquentar. E nessa briga tem cachorro de todo e qualquer tamanho, dispostos a quase tudo para ganhar o seu voto, que pode gerar nos próximos quatro anos muito, mas muito mesmo, desgosto.

Embalado pelo clima eleitoral (que vai acabar em pizza) chega às livrarias na próxima semana o sexto livro do jornalista Guilherme Fiuza. Bem humorado, descontraído e um bom cronista, o jornalista reuniu no livro “Não é a mamãe” 100 crônicas publicadas na Revista Época. 

Não é a mamãe: Para entender a era Dilma” relata o período que começa com a corrida eleitoral de 2010, seguido pelos anos que Dilma esteve no comando do Palácio do Planalto. Em entrevista ao Portal Comunique-se, o cronista afirma que a “Era Dilma” é apenas uma mera continuação do período Lula.

"Daqui 100 anos, os historiadores que estudarem a época Dilma vão enxergar que se trata de um período nulo em termos de governo. A Dilma é eleita, mas não apresenta propostas. Ela assume e some".

O título do livro publicado pela editora Record, foi inspirado no famoso e cansativo bordão do personagem Baby da Família Dinossauro e a capa da obra foi ilustrada pelo chargista e jornalista Ique.

Não é a mamãe” é uma aposta ousada do jornalista em um período em que os ânimos dos políticos e ‘politiqueiros’ costumam estar a flor da pele. Certamente Fiúza, experiente como é, espera receber uma tempestade de críticas, mas, sabe também que muitos vão deitar e rolar nas páginas do livro.

domingo, 3 de agosto de 2014

#resenha A Cabana

Depois de muito ouvir falar e ler sobre ‘A Cabana’ eu resolvi me aventurar pela história escrita por William P. Young. Algumas pessoas que viam com o livro nas mãos perguntavam: É sobre religião? Talvez. Católico? Evangélico? Eu penso que o livro é espiritualista por uma série de signos e símbolos apresentados.

O livro, pelas críticas que eu li no Skoob, ou agrada ou não agrada e é difícil encontrar um meio termo entre os leitores. ‘A Cabana’ não tem um enredo muito convincente, mas a história da aproximação de Mack com Deus, Jesus e o Espírito Santo depois de perder a filha Missy é no mínimo curiosa.

A Cabana’ apresenta Deus de uma forma bem diferente daquela imagem que nós fazemos Dele desde criança, o que é um ponto positivo, já que o intuito do autor é mostrar que Deus está em todas as coisas e cabe a você estar de coração aberto para aceitá-lo.

O desenrolar do drama de Mack nas páginas do livro não tem muito ritmo e é basicamente baseado em diálogos do personagem principal com a Santíssima Trindade, o que o leva a uma experimentação pessoal. Mas, ‘A Cabana’ não é ruim. Vale a experiência, mas não pense que você vai encontrar as perguntas da sua existência no livro. Talvez, como Mack, você precisa querer passar por essa experiência e não ficar preso a questionamentos próprios.

O livro escrito em 2007 vai ser adaptado para o cinema, mas ainda não há data para o começo das gravações.

‘A Cabana’ no Skoob 

Nota: 3,7
Avaliações: 50.273
Leram: 136.139
Vão ler: 30.653
Abandonos: 10.597




sexta-feira, 1 de agosto de 2014

#novidade Das paradas de sucesso para as páginas de 'Pavões Mistériosos'

Todo bom leitor gosta de boa música... Nada de ficar afundado nas páginas de um livro por horas e horas e muito menos se acabar de ouvir músicas por outras tantas horas. A vista cansa e o ouvido também! Por isto, revezar entre um hobby e outro é uma boa maneira de se manter ocupado.

Tudo bem, eu sei, fui um pouco exagerado. Mas, na verdade citei a leitura e a música para falar sobre ‘Pavões Misteriosos’, livro escrito pelo colunista do portal R7 André Barcinski e que será lançado hoje na Feira Literária de Paraty (ah, como eu queria estar lá). 

 Pavões Misteriosos’ reúne o melhor da música brasileira de 1974 a 1983. Pode parecer muito tempo e que os cantores daquela época não têm mais espaço no nosso playlist... Mas, o melhor de tudo, é que eles ainda continuam dando o ritmo de festas, trazendo boas lembranças para os saudosistas e garantindo a diversão das donas de casa, que precisam de um ‘sonzinho’ para fazer o árduo serviço doméstico.

Vamos refrescar a sua memória...  Conhece Legião Urbana? Raul Seixas (#tocaraul)? Gretchen? Rita Lee? Sidney Magal? Falei só que você conhecia cantores daquela época e que certamente já soltou a voz com as músicas deles! Bem, o livro conta a história desses 10 anos do cenário da música nacional e mostra como esses cantores se tornaram fenômenos e emplacaram sucessos nas rádios.

O livro é baseado em pesquisas e entrevistas e traz ainda uma lista com os 50 LPs (eu ainda tenho uns guardados, acreditem) mais importantes daqueles anos. Vale a leitura!